Renault

 

Obsessão por qualidade. Materiais agradáveis ao toque, acabamento irrepreensível, comportamento dinâmico excepcional, designer revolucionário e qualidade tecnológica. Tudo isso pode ser encontrado, por exemplo, em um LAGUNA, CLIO, MÉGANE ou KOLEOS, modelos que fizeram da RENAULT, uma referência no mercado automobilístico. A montadora francesa conta com a força e a originalidade da sua marca, com muitos produtos atrativos e de qualidade e com a sua presença internacional incontestável.
A história
A história da montadora deriva de uma aventura, quando as primeiras encomendas foram feitas ao industrial francês Louis Renault, que aos 21 anos fez o seu primeiro carro no quintal da casa de sua mãe. Em 24 de dezembro de 1898, seus amigos o desafiaram a subir a Rua Lepic, a mais íngreme de Paris, dirigindo o “Voiturette”, carro construído por ele. Louis Renault conseguiu realizar a proeza, graças à inovadora transmissão direta do veículo, e recebeu, ali mesmo no local, suas primeiras 12 encomendas. No dia 25 de fevereiro de 1899 os irmãos Renault, Louis, Marcel e Fernand, abriram sua fábrica na Avenue Du Cours em Boulogne-Billancourt com o nome de Renault Fréres. Nesse mesmo ano, no Salão do Automóvel de Paris a nova empresa apresentava dois modelos de automóveis: o Type A e o B. Ambos tinham motores de 450 cc e só nesse ano foram produzidos 76 carros.
Em 1901, a montadora apresentou os modelos D e E, além de inaugurar uma fábrica nova na Bélgica. No ano seguinte, foi construído o primeiro motor RENAULT, que permitiu aos irmãos vencer a corrida Paris-Viena, disputada entre França e Áustria. Os irmãos rapidamente perceberam a publicidade que poderiam atrair pela participação dos seus veículos em competições automobilísticas, e alcançaram rápido sucesso e reconhecimento nas primeiras corridas de cidade a cidade na França. Tanto Louis quanto Marcel Renault competiram com modelos de sua fábrica, porém Marcel morreu, aos 31 anos, em um acidente de carro durante uma corrida de Paris a Madrid em 1903. Apesar de Louis Renault não mais ter competido após isso, sua empresa continuou envolvida em competições incluindo a vitória de um RENAULT modelo AK 90CV ganhador do primeiro Grande Prêmio (Grand Prix) em 1906, com mais de trinta minutos de vantagem sobre o segundo colocado.


Ainda este ano, primeiro ônibus produzido pela montadora, chamado de Omnibus, é introduzido no mercado. No ano seguinte, começou a fazer motores para aviões. Com a morte de Fernand em 1909, a empresa passa a chamar LES AUTOMOBILES RENAULT. Pouco ante do início da guerra, em 1913, a RENAULT já produzia dez mil carros por ano. Durante a Primeira Guerra Mundial, a Renault fabricou munição, aviões militares e veículos como o tanque de guerra Renault FT-17. Rm meio a uma economia arruinada e a concorrência americana, Louis Renault constrói uma nova fábrica e diversifica a produção, fabricando ônibus, tratores e veículos comerciais. A RENAULT cresce e estende sua atuação a 49 países.


A montadora também foi pioneira no modo de produção de seus veículos, integrando já em 1919 a fabricação de todos os componentes, desde o aço até os pneus. Nesta época, acirra-se a concorrência entra a RENAULT e a Citröen, obrigando ambas a inovar e ousar, produzindo veículos cada vez melhores e mais atraentes. Só em 1920 foi apresentado um modelo novo de automóveis, o Renault 10 CV, seguido do 6 CV em 1922. Em 1925 surgiu o popular 40 CV, o primeiro a usar o famoso símbolo em forma de diamante que hoje integra o logotipo da marca. Dois anos mais tarde, foi apresentado o Monasix que, depois de melhorado em 1928 se tornou um grande sucesso da marca.


Durante a Segunda Guerra Mundial, as fábricas de Louis Renault trabalharam para a Alemanha nazista. Por causa disto, ele foi preso durante a libertação da França em 1944 e morreu na prisão antes de preparar sua defesa. Seus ativos industriais foram confiscados pelo governo, e as fábricas se tornaram uma empresa pública (conhecida em francês por Régie Nationale des Usines Renault). É a partir desta época, como estatal, que a montadora assume o desafio de provar que pode ser tão competitiva quanto uma empresa privada. Durante a guerra, as fábricas da montadora produziam materiais militares, e somente em 1946 foi retomada a produção de carros de passageiros. No ano seguinte, foi finalmente lançado o popular Renault 4Cv que viria ser um dos carros mais importantes da história dá indústria automobilística, dado o sucesso que alcançou. O sucesso de um modelo compacto, o 4 Cv, comprovou a viabilidade econômica da marca, dando-lhe novo impulso.

A partir de 1955, a empresa intensifica uma de suas vocações, a exportação, tornando-se a maior exportadora industrial da França. O sucesso das vendas teve como destaques os modelos compactos, como o Renault 4 em 1961, que viria a vender mais de 8 milhões de unidades, o top de linha Renault 16 lançado em 1965, que revolucionou os valores tradicionais com sua porta traseira e modularidade, que viria a ser o primeiro da RENAULT a ganhar o título de Carro do Ano, e o Renault 5, um automóvel de tamanho pequeno lançado em 1972, que se transformaria num dos maiores sucessos da empresa, muito em virtude de sua economia no período da crise de petróleo que o mundo viveu. Em 1982, a RENAULT se tornou a segunda montadora européia, depois da Volkswagem, a produzir automóveis nos Estados Unidos. O Alliance, versão americana do RENAULT 9, foi o primeiro carro produzido em solo americano. Outros sucessos são lançados na década de 80, como o extraordinário R9 em 1981, o Renault 25 (automóvel de alto luxo) em 1984 e o Super5.

Em 1991, a montadora decidiu terminar com a designação dos modelos de carros por números, uma tradição desde sua fundação. Nesta década, a RENAULT entra em uma nova etapa de sua história, passando novamente para a iniciativa privada em 1996. Sua capacidade de inovação é ressaltada principalmente com lançamentos de sucesso como o Clio, Twingo, Laguna, Mégane, Scénic e o Kangoo. Em 2 de janeiro de 2001, a REANULT vendeu sua subdivisão de veículos industriais (Renault Véhicules Industriels) para a Volvo, que a rebatizou de RENAULT TRUCKS em 2002. Em 2005, o brasileiro Carlos Ghosn, que era até então executivo da Nissan, assumiu o cargo de CEO da RENAULT em substituição à Louis Schweitzer, que comandou a montadora francesa de 1992 até este período.

Em 9 de Fevereiro de 2006, Carlos Ghosn, anunciou o plano Renault Contrat 2009 com o qual a marca procura continuar seu espírito inovador com planos tão ambiciosos como se converter numa das marcas que menos poluem o meio-ambiente. Recentemente, o lançamento do Koleos (primeiro utilitário crossover 4X4 da montadora) foi o 11º modelo dos 26 anunciados para dinamizar o crescimento da RENAULT no mundo. Com o lançamento de um Crossover 4X4, a montadora prossegue a sua ofensiva de produtos e completa a sua oferta de automóveis, propondo um modelo inédito na história da marca. Em 2008, a RENAULT fez nove lançamentos mundiais.
A linha do tempo
1905
● Para responder a encomendas de táxis feitas pelas cidades de Paris, Londres e Nova York, a RENAULT deixa de fabricar veículos artesanalmente para produzi-los em série.
1960
● Lançamento do Alpine 110 “Tour de France”, um modelo de características esportivas muito popular.
1962
● Lançamento do R8, primeiro carro de produção em série com freios à discos nas quatro rodas.
1965
● Lançamento do RENAULT 16, primeiro automóvel hatchback a ser produzido no mundo.
1983
● Lançamento do RENAULT 11, versão hatchback do modelo R9.
1984
● Lançamento da ESPACE, uma MPV (multi-purpose vehicle) de porte grande desenvolvida pela Matra e comercializado pela RENAULT, que se tornou um verdadeiro ícone no mercado europeu pela sua inovação e versatilidade. A segunda geração do modelo foi introduzida em 1997.
1988
● Lançamento do R19, em substituição aos R9 e R11. Seu desenho assinado pelo italiano Giorgio Giugiaro, era moderno frente aos concorrentes de então. Contava com as versões hatchback de três e cinco portas, sedan de quatro portas e conversível.
1991
● Lançamento do CLIO, um carro de porte pequeno que foi o primeiro da montadora a não utilizar a tradicional nomenclatura de números em seu nome. O modelo ganhou o prêmio de Carro do Ano. A segunda geração, batizada deCLIO II, foi introduzida em 1997, e desde então vendeu mais de 5.1 milhões de unidades. A terceira geração do veículo, batizada de CLIO III, foi lançada em 2005.
● Lançamento do modelo R19 na versão conversível.
1993
● Lançamento do TWINGO, um hatchback pequeno com design de cubo que maximizava o espaço interior. A versão inicial apenas possuía como opcionais o ar condicionado, o teto solar panorâmico e estava disponível em várias cores claras e alegres (uma das razões do seu sucesso). A carroçaria de 3 portas tipo monovolume impulsionou outras montadoras a fazerem carros urbanos monovolume. Em 2007 foi lançada a segunda geração do modelo.
● Lançamento do SAFRANE, um automóvel extremamente luxuoso. O modelo foi retirado de linha em 2000.
1994
● Lançamento do luxuoso LAGUNA, um carro de porte médio da montadora. A terceira geração do modelo foi lançada no mercado em 2007.
1995
● Lançamento do MÉGANE, um modelo médio que é disponibilizado nas versões hatch, sedan, break (versão perua), coupé e conversível. O modelo já vendeu mais de 4.7 milhões de unidades. A segunda geração do modelo foi introduzida no mercado em 2002.
● Lançamento do Carminat, um sistema de navegação por GPS da montadora, inicialmente instalado nos modelos SANFRANE, e atualmente disponíveis na maiorias dos modelos da marca.
1996
● Lançamento do SCÉNIC, uma minivan de porte médio, ingressando no segmento de MPV (multi-purpose vehicle) compacto. Inicialmente o modelo era conhecido como RENAULT MÉGANE SCÉNIC. Isto porque no começo da década de 90, a RENAULT teve a idéia de lançar uma linha completa de carros em cima de uma única plataforma, eram eles: Mégane Hatch, Mégane Sedan, Mégane Grand Tour, Mégane CC e Mégane Scénic. No entanto o inovador SCÉNIC, menor e mais barato que o Espace, até então único modelo do segmento da montadora, fez tanto sucesso que decidiram separá-lo da linha Mégane. Hoje ele está na sua terceira geração na Europa e conta com duas versões, SCÉNIC e GRAND SCÉNIC.
1997
● Lançamento do KANGOO, um modelo multiuso de enorme sucesso, que já vendeu mais 1.1 milhões de unidades. A segunda geração do modelo foi lançada em 2007.
2001
● Lançamento do VAL SALIS, modelo mais luxuoso produzido pela montadora.
2004
● Lançamento do MODUS, uma minivan monovolume. A segunda geração do modelo foi lançada em 2007.
2005
● Lançamento do LOGAN, um modelo popular pequeno desenvolvido em parceria com a Dacia, visando especialmente os mercados emergentes. O LOGAN, moderno, robusto e com ótimo custo-benefício, possui somente 3.000 peças (seus concorrentes possuem no mínimo 5.000), o que torna seu processo produtivo extremamente barato. Além disso, é um veículo com dimensões exageradas se comparado com os concorrentes diretos.
2007
● Lançamento do SANDERO, modelo popular desenvolvido pela montadora e sua subsidiária romena Dacia, visando especialmente os mercados do Leste Europeu e Latino-americano. O carro baseia-se na plataforma B90, a mesma utilizada pelo Clio III europeu e Logan, e apesar de ser um hatchback, está posicionado em um segmento de mercado (e de preço) acima do Logan.
● Lançamento do KOLEOS, primeiro utilitário crossover 4X4 da Renault e o primeiro modelo da marca a ser lançado já com esse tipo de tração. Ele foi desenhado pelo fabricante francês, desenvolvido pela Nissan e será fabricado pela Renault Samsung Motors na Coréia do Sul. Concebido para ser polivalente, proporciona a mesma serenidade em meio urbano, em estrada ou auto-estrada e, fora da estrada.
2008
● Lançamento do SYMBOL (também denominado como THALIA em alguns mercados), um sedã compacto desenvolvido para atender mercados emergentes, onde se encaixam Brasil, Rússia e Turquia. O novo modelo rá substituir o atual Clio Sedan, tanto na Argentina quanto no Brasil.
A aliança com a Nissan
O acordo foi firmado no dia 27 de março de 1999 por Louis Schweitzer, então executivo-chefe da RENAULT, e Yoshikazu Hanawa, comandante da montadora japonesa, constituindo a Aliança REANULT-NISSAN, um grupo único, sem paralelo, de duas empresas automobilísticas multinacionais. O principal objetivo da aliança é ser um dos três melhores e mais eficientes grupos automotivos do mundo, tanto em termos de excelência técnica como no que diz respeito à atratividade de seus produtos e serviços. O sucesso da união é embasado pelo respeito incondicional à individualidade de cada uma das marcas. Essa parceria tem se revelado uma estratégia bastante positiva para as duas empresas, somente em 2007, as vendas totais da RENAULT e da Nissan no mundo alcançaram mais de 6.1 milhões de veículos.

O centro de tecnologia
Com o objetivo de incentivar e desenvolver permanentemente a inovação, a REANAULT implantou, em 1998, o Technocentre, um centro de excelência em tecnologia, criatividade, pesquisa e desenvolvimento de veículos. São, em sua maioria, carros com cores, formas e cheiros inusitados; máquinas produzidas para agradar a todos os gostos, em qualquer parte do mundo. No centro, cada detalhe é pura vanguarda. Lá, tudo é pensado para alcançar o máximo em qualidade, sem perder a visão futurista exigida pelos próprios consumidores. O Technocentre está instalado em um terreno de 150 hectares, localizado em Guyancourt, distante 30 quilômetros de a oeste de Paris, e possui uma área construída de 350 mil m2.
Ao todo, trabalham no centro cerca de 12 mil pessoas, originárias de diferentes países, entre pesquisadores, designers, engenheiros e técnicos. Esses especialistas simulam o processo de fabricação dos veículos, desde a sua concepção até a linha de montagem. Mais de 20 modelos da montadora saíram e lá. É no moderno centro que são desenvolvidos os carros-conceito, os ensaios para novos combustíveis não-poluentes, as pesquisas de segurança e a maior parte das inovações da RENAULT. O centro oferece a seus funcionários recursos pioneiros para eficazmente realizarem projetos em uma atmosfera ultramoderna, a favor do meio ambiente.

A relação da montadora com a tecnologia e a inovação está em seu DNA. Afinal, não é exagero algum dizer que a RENAULT só existe hoje graças ao espírito de inovação tecnológica do seu criador. Foi graças à transmissão direta – invenção de Louis Renault – que as primeiras encomendas chegaram. Desde então, a empresa destaca-se pelo seu direcionamento inovador, tanto no campo técnico como no conceitual e estilístico. No Brasil, um caso recente de ganho tecnológico é a introdução dos motores bicombustíveis. No exterior, o destaque fica por conta dos veículos movidos a eletricidade, que reduzem as emissões de CO2 a zero.
O automobilismo
Um dos principais trunfos da montadora é sua centenária ligação com automobilismo. Nas décadas de 20 e 30 a RENAULT obteve inúmeras vitórias em provas de rali, incluindo conquistas nos rali de Marrocos e Monte Carlo. Com o fim da Segunda Guerra Mundial, a montadora voltou a dar grande importância para sua participação no automobilismo, vencendo, em 1951, as 24 horas de Le Mans. Neste ano foi criado o departamento de competições, que em 1975, se transformaria na RENAULT SPORT, responsável pelo desenvolvimento de projetos e motores direcionados para competições. Logo depois, em 1973, a RENAULT conquistaria o título do Campeonato Mundial de Rali.
A RENAULT competiu como equipe na Formula 1 entre 1977 (estreou em 14 de julho durante o GP da Inglaterra, em Silverstone) e 1985 (período em que conquistou 15 vitórias), e novamente a partir do ano de 2002, sendo bicampeã do mundial de construtores em 2005 e em 2006 e fazendo do piloto espanhol Fernando Alonso o bicampeão do mundial de pilotos. No período em que não competiu com marca própria (década de 1990) forneceu motores à equipes como a Benetton e a WilliamsF1. Para a RENAULT, a Fórmula 1 funciona como um grande laboratório, onde novas tecnologias são desenvolvidas e experimentados até serem transferidas aos veículos da marca. Iniciativas como essa, aliadas a uma consistente política de apoio a institutos de pesquisa em todo o mundo, reforçam a vocação natural da RENAULT para a criação de soluções inovadoras. Uma garantia de que o consumidor poderá sempre desfrutar do melhor em termos de conceito, design e desempenho automobilístico.

Campanhas que fizeram história
Pessoas que vivem e moram em grandes cidades, lidam diariamente com engarrafamentos, stress, filas, multidões, falta de espaço, poluição sonora e visual. Raramente surge a oportunidade de respirar ar puro, ter espaço amplo, relaxar e não pensar nos problemas diários. É a tal da “liberdade”. Há mais de 20 anos uma célebre campanha publicitária da RENAULT já tratava desses assuntos.
Em 1984, a montadora francesa e sua agência de publicidade introduziram diversos comerciais, puramente conceituais para o lançamento de seu novo carro, o Escape, que tinha como virtudes unir tecnologia, conforto e espaço. Todo o conceito da campanha tentava demonstrar o quão importante era ter espaço, um verdadeiro luxo naqueles dias (e continua sendo ainda mais nos dias de hoje). A campanha se tornou famosa na Europa porque manteve ao longo dos anos a fidelidade do posicionamento na construção da marca. Em dezembro de 2004, a Renault comemorou os 20 anos do Espace lançando uma nova versão do veículo e, conseqüentemente, uma nova e badalada campanha publicitária, comandada pela agência Publicis de Paris. A idéia da campanha era reinventar a equação “luxo = espaço”, utilizada desde o surgimento do modelo no mercado. Como um road movie, o comercial contava a pequena aventura épica do personagem Hector, um homenzinho em preto e branco saído diretamente das tirinhas de um jornal. Rompendo seu pequeno cubículo, o personagem escapa da tirinha para atravessar e percorrer o mundo. Termina por chegar em uma colina e descobre a imensidão do planeta. Então, entra o título: “Isn’t space the ultimate luxury?” (Não é o espaço o verdadeiro luxo?). A trilha sonora era bastante propícia para ilustrar a aventura de Hector, embalada pela música “Going Up the Country” da banda Cannet Head. O automóvel nem sequer aparece durante a história, apenas durante os segundos finais como uma assinatura. Clique no ícone abaixo para assistir ao comercial.
A campanha contava ainda com uma série de anúncios impressos que mostravam a aventura do personagem para conseguir mais espaço. Um verdadeiro trabalho de construção de marca. Clique nas imagens para ampliar.


A evolução visual
O primeiro logotipo da RENAULT era composto por dois “R”, em homenagem aos irmãos Louis e Marcel Renault, fundadores da marca francesa. Em 1906, o logo foi mudado para um automóvel. Durante a I Guerra Mundial, a Renault fabricou tanques para os Aliados chamados Renault FT-17. Este era tão popular que, depois da guerra, a Renault realmente mudou seu logotipo para um tanque.
O logotipo atual consiste num losango, similar ao formato de um diamante. Ele foi adotado em 1925 para sugerir sofisticação e prestígio.

O logotipo moderno da RENAULT foi criado em 1972 por Victor Vasarely, considerado o pai da arte Op (ou arte óptica). Desde então, sofreu algumas mudanças em seu visual.

Os slogans
A new standard of driving pleasure. (2008, Inglaterra)
Serious fun. (2008, RENAULT TWINGO)
Setting new standards in safety. (2004)
Go with Renault today. (2003)
Createur D’Automobiles. (2001)
Cars with flair. (1994)
There’s more to life with Renault. (1988)
Renault build a better car. (1986)
Car to the life. (1986)
Criador de automóveis. (Brasil)
Seus sentidos preferem um Mégane. (2008, Brasil)
Renault Logan. Nunca foi tão fácil ter um grande carro. (2007, Brasil)

Dados corporativos
● Origem: França
● Fundação: 25 de fevereiro de 1899
● Fundador: Louis, Marcel e Fernand Renault
● Sede mundial: Boulogne-Billancourt, França
● Proprietário da marca: Renault S.A.
● Capital aberto: Sim
● CEO & presidente: Carlos Ghosn
● Faturamento: €37.79 bilhões (2008)
● Lucro: €599 milhões (2008)
● Valor de mercado: €8.5 bilhões (agosto/2009)
● Produção anual: 2.382.230 veículos (2008)
● Presença global: 118 países
● Presença no Brasil: Sim
● Maiores mercados: França, Romênia e Espanha
● Funcionários: 130.179
● Segmento: Automotivo
● Principais produtos: Automóveis
● Ícones: O RENAULT Clio
● Slogan: Créateur d’automobiles.
● Website: www.renault.com

A marca no Brasil
A primeira incursão da montadora francesa no país aconteceu na década de 1960, através da norte-americana Willys Overland, que produziu sob licença os modelos Dauphine e Gordini (este, uma versão mais aprimorada do Dauphine) até 1967. Neste ano a Willys Overland vendeu suas operações para a Ford brasileira, a qual herdou o “projeto M”. Esse projeto, desenvolvido em parceria entre a RENAULT e a Willys, resultou no lançamento pela Ford em 1968 do Corcel, um automóvel cujo estilo pode ser considerado, à grosso modo, uma versão americanizada do RENAULT 12. Somente na década de 90 a montadora retorna ao país, inicialmente como importadora, e, posteriormente, como fabricante em moderna fábrica inaugurada na cidade de São José dos Pinhais, município da região metropolitana de Curitiba, no Paraná, em 1998. Pouco depois a RENAULT inaugurou a Fábrica de Motores (1999) e a Fábrica de Veículos Utilitários (2000). Os investimentos foram da ordem de US$ 1.35 bilhão.
Essas três fábricas estão instaladas no chamado Complexo Ayrton Senna, que ocupa uma área total de 2,5 milhões de metros quadrados. Na Fábrica de Veículos de Passeio são produzidos os modelos Scénic (1998), Clio Hach (1999) e Clio Sedan (2000), Mégane Sedan, Mégane Grand Tour, o Logan e o Sandero. Na Fábrica de Veículos Utilitários é produzida a linha Máster (furgão, microônibus e chassi cabine), e dentro da Aliança Renault-Nissan, a picape Nissan Frontier e o utilitário esportivo Nissan Xterra. A Fábrica de Motores, uma das mais modernas do mundo, tem capacidade para produzir 390 mil motores por ano. Hoje são produzidos quatro diferentes modelos e, do volume total, 67% são exportados. A RENAULT do Brasil conta atualmente com mais de 4 mil colaboradores diretos, gerando outros 25 mil postos de trabalho indiretos. A rede comercial possui mais de 150 pontos-de-venda (concessionárias) em todo o país. Em 2007, a montadora produziu mais de 110 mil veículos no país.
A marca no mundo
A RENAULT, que possui cerca de 131 mil funcionários, vende anualmente cerca de 2.38 milhões de veículos em mais de 118 países, tendo forte presença no continente Europeu, onde é líder na parte ocidental, além de estar presente no mercado americano, sul-americano e africano. A empresa produz além de carros comerciais, furgões, ônibus, caminhões, máquinas agrícolas e bicicletas. A montadora possui fábricas em 17 países do mundo. A RENAULT, nona maior montadora do mundo, participa em 44,4% do capital da fabricante japonesa de automóveis Nissan. Juntas, elas formam a Aliança Renault-Nissan (Renault-Nissan Alliance). Outras participações da montadora são na Samsung Motors (Coréia do Sul), na sueca Volvo Trucks e na romena Dacia.

Você sabia?
● Atualmente é o fabricante de automóveis com os melhores resultados nos testes de colisão (crash tests) conduzidos pela EuroNCAP na Europa.
● Apesar de ser, atualmente, uma empresa privada, o governo da França detém 15.7 % da RENAULT.

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