Jaguar

 

Os proprietários de um JAGUAR brincam que não basta ter dinheiro para guiar um carro da marca britânica. É preciso também muita classe. Com estilo conservador, qualquer alteração no design leva pelo menos três anos para ser aprovada. O acabamento é ultra-requintado: bancos de couro amaciado, detalhes de raiz de nogueira e tapetes de lã de carneiro. Ou seja, digno de um verdadeiro Lorde.
A história
O embrião da JAGUAR foi gerado no dia 4 de setembro de 1922, na cidade inglesa de Blackpool, quando William Lyons e seu amigo William Walmsley, dois jovens entusiastas do motociclismo, fundaram uma empresa, chamada Swallow Sidecar Company, em uma pequena garagem. Produzia inicialmente somente Sidecars (uma espécie de carrinho lateral para ser acoplado em motocicletas). Em 1926, a empresa diversificou seus negócios, passando a produzir carrocerias para automóveis para a fábrica Austin Seven, modelo inglês tremendamente popular na época. A primeira encomenda, 500 unidades, foi feita por senhor chamado Henly, proprietário de uma concessionária londrina. Era um bom começo para a empresa. A fábrica foi mudada para a cidade de Coventry em 1928, e alguns anos depois, devido ao grande sucesso de suas carrocerias, resolveu produzir seus primeiros carros: os modelos SSI (com carroçaria extremamente baixa e o capô escandalosamente comprido.) e SSII (uma versão mais curta), que causaram uma boa impressão no Salão do Automóvel de Londres em 1931.
Assim, em 1934, nasceu a SS Cars. Lyons passou a concentrar-se na melhoria mecânica dos veículos. Primeiro, contratou Harry Weslake, um conhecido engenheiro, especialista no design e concepção de motores. Em seguida, criou o Departamento de Engenharia e nomeou como seu Engenheiro Chefe o jovem William Heynes, que teria grande importância para a empresa nas três décadas seguintes. Em 1935, a empresa começou a produzir carros mais potentes, de alta performance. Esses foram os primeiros automóveis com a marca JAGUAR (modelo SS 100) a serem produzidos. O nome JAGUAR foi sugerido pela agência de publicidade da empresa, pois a palavra significava graça, elegância, força, agilidade e velocidade (características do animal de mesmo nome). Com atitude típica de um relações públicas, Lyons organizou um almoço no Mayfair Hotel, em Londres, para apresentar o novo modelo à imprensa, alguns dias antes do Salão Automóvel. O SS Jaguar 2½ litros de quatro portas foi apresentado, recebendo muitos comentários favoráveis. O primeiro carro JAGUAR a ganhar uma corrida foi o SS 100 em 1936, dirigido pelo jornalista Tom Wisdom e sua mulher que venceram a prova International Alpine Trial.


Veio então a Segunda Guerra Mundial, e a sigla SS passou a ser associada a SchutzStaffel, organização paramilitar do partido nazista. Para evitar problemas, a empresa foi rebatizada como JAGUAR, nome de um de seus modelos produzidos nos anos 30. Durante a guerra, a produção de sidecars foi aumentada para utilização militar, tendo sido produzidas quase 10.000 unidades. Em complemento, os aviões e a produção de componentes bélicos, tiveram efeito benéfico adicional com a implementação do design e da tecnologia aeronáutica. Pouco depois do final do conflito a divisão “sidecar” foi vendida e os veículos de quatro portas e conversíveis de 1½, 2½ e 3½ litros foram reintroduzidos para dar início às grandes iniciativas de exportação. A versão de 3½ litros consumia combustível em demasia para o mercado Inglês, mas era ideal para os Estados Unidos, para onde foi exportada a grande maioria.


Foi como JAGUAR que a marca conseguiu os grandes marcos de sua história, a começar pelos luxuosos sedans Mark V. Mas o melhor dos anos pós-guerra ainda estava por vir, e chegou meio por acaso. A empresa pensava apenas em construir um conversível de dois lugares para o lançamento do motor XK (que equiparia os grandes sedans da marca). Eram seis cilindros em linha e duplo comando de válvulas no cabeçote de alumínio. O esportivo teria fabricação restrita. A estréia no Salão de Londres de 1948 mudou o rumo da JAGUAR, que não esperava tanto sucesso. Choveram encomendas, e, ao fim da mostra, havia pedidos suficientes para um ano de produção do carro, batizado de XK120. No ano seguinte o modelo começou a ser entregue e ganhou fama nos Estados Unidos. Além de bonito, era o carro de série mais rápido da época, acelerando de 0 a 100km/h em nove segundos. Nas versões mais potentes, superava os 200km/h.

E foi com o motor XK que a JAGUAR ganhou destaque nas competições, ainda na década de 50, com o bólido C-Type, vencedor das 24 Horas de Le Mans de 1951 e 1953. Foi o primeiro esportivo do mundo equipado com freios a disco. Seu sucessor, também produzido só para corridas, foi o modelo D-Type, de um só lugar. Foram três vitórias consecutivas em Le Mans, de 1955 a 1957. A JAGUAR produziu em pequena escala uma versão de rua com dois lugares, chamada XKSS. Em 1960 a JAGUAR adquiriu a Daimler, uma empresa pioneira na indústria automobilística. A montadora necessitava de mais espaço e a Daimler dispunha de uma fábrica de grandes dimensões em Coventry, para onde seria subseqüentemente transferida a produção de motores. No ano seguinte, a JAGUAR revolucionou o mercado dos carros esportivos com o design arrojado do modelo E-Type. O carro era extremamente veloz, com grande aceleração, flexibilidade e conforto, além do aspecto imponente.

Em uma nova tentativa de vencer em Le Mans, a marca fez, entre 1964 e 1966, um carro de corrida com motor V12 central. Era o belo XJ13, que demorou muito a ficar pronto e nunca foi posto para correr oficialmente. Sir Williams se retirou da companhia em 1972, sendo um dos homens mais excepcionais no ramo de automóveis, além de ter sido um talentoso projetista. No ano seguinte foi lançada a nova versão do XJ e em 1975 o XJ Coupé. A versão conversível chegou em 1983. Depois de diversas fusões e separações com outros fabricantes, em 1989 a JAGUAR foi comprada pela Ford.

A recessão mundial de 1990, que resultou em condições de comercialização mais difíceis, em particular no segmento de veículos de luxo, traduziu-se numa redução das vendas dos automóveis da marca em muitos mercados. No entanto, apesar da recessão, nesse ano a JAGUAR conseguiu estabelecer recordes de vendas na Alemanha, Itália e Japão. A empresa então passou por uma reestrutura. Os objetivos centravam-se em três pontos fundamentais; melhoria contínua da qualidade do produto, aumento da eficiência de produção e desenvolvimento e implementação de uma nova e excitante gama de modelos. Com as vendas não apresentando sinais de recuperação, a JAGUAR enfrentava uma situação crítica. Seria necessária uma redução drástica do número de trabalhadores para tornar a empresa mais eficiente e garantir a sua viabilidade.

Em 1991, foram lançados os programas de reforma antecipada, que no final do ano, resultaram numa redução de um terço dos trabalhadores, tendo o número total sido reduzido para 8.000. Foi um período de grandes mudanças que teve alguns momentos de glória. A JAGUAR ganhou novamente o Campeonato Mundial de Sports Car com o revolucionário XJR-14, dominando por completo o campeonato, que incluiu as 24 Horas de Le Mans. Apesar de ter perdido a vitória por uma margem ínfima, obteve um dos seus melhores resultados na prova, quando três XJR-12, com motor V12, terminaram em segundo, terceiro e quarto lugares. Uma nova Série XJ foi apresentada no Salão Automóvel de Paris em outubro de 1994 e o seu lançamento monopolizou as ações da JAGUAR durante esse ano. O lançamento foi ainda mais notável pelo fato da montadora ter, pela primeira vez, lançado um veículo novo, produzido sob padrões mundiais de qualidade, simultaneamente em todos os seus mercados mundiais. Tendo utilizado o nome de código X300 durante o seu desenvolvimento, a nova série XJ representou um investimento superior a 200 milhões de libras e foi o primeiro produto JAGUAR desenvolvido após a aquisição pela Ford. Os engenheiros da montadora criaram um novo XJ mais silencioso, requintado, confortável, rápido e, ao mesmo tempo, mais econômico, seguro e confiável.

Em 2001 foi produzido o JAGUAR nº 1.500.000, um XJ8 saloon, que saiu da linha de produção da mais antiga fábrica da montadora, Brown’s Lane em Coventry. Devido aos descomunais prejuízos, a Ford, que passa pro uma situação financeira delicada, acabou por vendê-la em março de 2008 por US$ 2.3 bilhões, incluindo a marca Land Rover, para a montadora indiana Tata Motors.
A linha do tempo
1948

● Obra prima da JAGUAR, o Super Sports foi apresentado no Earl’s Court Motor Show de Londres, entrando em produção no ano seguinte já como XK 120 — o número 120 representava sua velocidade máxima, em milhas por hora, o que fez dele o carro de série mais rápido do mundo. Fabricado artesanalmente com carroceria de alumínio martelada a mão, a Jaguar teve que adotar, a partir de 1950, carrocerias de aço e a montagem em série para atender a enorme fila de interessados. Até 1954 foram produzidos 12.061 veículos, sendo 7.614 conversíveis, 2.680 cupês e 1.767 de capota rígida removível.
1950
● Lançamento do modelo MKVII, desenhado especialmente para o mercado norte americano, que poucos meses depois de sua apresentação, já tinha pedidos que chegavam a quase US$ 30 milhões.
1961
● Lançamento do modelo E-Type, inspirado no modelo de competição D-Type: capô longo, linhas musculosas e aerodinâmicas, de uma beleza que ofuscou Ferrari e Mercedes-Benz. A performance também era fabulosa: freios a disco nas quatro rodas (sendo que os traseiros ficavam no centro do carro, ao lado do diferencial), motor de 6 cilindros em tripla carburação e uma ótima relação peso-potência.
1963
● Lançamento do S-type, que representava um compromisso agradável, em termos de design, entre o Mark II e o Mark X. Ainda mais importante, o modelo incorporava suspensão traseira independente e foi disponibilizado com os motores de 3.4 ou 3.8 litros.
1966
● Lançamento do XJ6. O XJ era, não apenas soberbo graças ao excelente trabalho de Bob Knight durante o seu desenvolvimento, como também estabeleceu novos padrões de conforto de requinte.
1972
● Lançamento do XJ12, um sucesso de proporções ainda maiores que o XJ6. O modelo atingia uma velocidade máxima próxima dos 225 km/h, enquanto que a aceleração de 0 a 96km/h demorava apenas 7.4 segundos.
1973
● Lançamento do fabuloso – e excepcionalmente belo – XJ Coupé. A base da carroçaria foi alterada para abrigar apenas duas portas, sem armações para os vidros. Assim, sem um pilar central, as janelas dianteiras e traseiras podiam ser recolhidas para proporcionar uma abertura completa. Com as janelas abertas, o XJ6C e o XJ12C apresentavam linhas extremamente elegantes e desportivas.
1975
● Lançamento, em setembro, do modelo XJ-S. Embora houvesse quem considerasse que as linhas do novo modelo eram um pouco controversas, ninguém podia reclamar quanto às suas impressionantes especificações: motor V12 de injeção, aceleração de 0 a 96 km/h em apenas 6,9 segundos e velocidade máxima de 241 km/h. Os níveis de requinte foram elevados para o equivalente a um automóvel de luxo, sendo o ar condicionado disponibilizado como equipamento de série.
1981
● Lançamento do XJS, um cupê de 2+2 lugares, capô longo, traseira baixa com as laterais simulando um fastback, faróis grandes e ovais. Seu interior era sofisticado, mais próximo do luxuoso sedã XJ, com revestimento em couro, apliques de madeira e ar-condicionado.
1991
● Mesmo sem aprovação da JAGUAR, os engenheiros projetavam um super carro capaz de atingir 220 milhas por hora, equipado com o tradicional V12 da marca (mas com 500 cv) e tração integral. Depois de pronto, a marca acabou aprovando o projeto e decidiu que seriam feitas 298 unidades. Ao ganhar as ruas, o XJ220 sofreu algumas mudanças, perdendo a tração integral e tendo o V12 substituído por um V6 biturbo. Seu comportamento era excepcional, graças ao chassi de corrida, desenvolvido pela TWR baseado no modelo de competição XJR-11. Mas o acabamento não honrava a tradição da marca, com muitos componentes baratos. Foi considerado o carro de passeio produzido em série mais veloz do mundo, com 349,2 km/h, segundo o Guinness Book.
1996
● Lançamento do modelo XK8, que restabeleceu a JAGUAR como uma das principais montadoras de carros esportivos do mundo.
1998
● Lançamento do XJR, que conciliava o requinte e luxo de um interior forrado com couro Connoly e madeira de raiz de nogueira, uma carroceria de desenho imponente e discreto, com toda a esportividade de um motor sobre-alimentado capaz de levar o carro a uma marca superior a 250 km/h, se não fosse equipado com um limitador de velocidade.
● Lançamento do XKR, que nasceu para comemorar as bodas de ouro da série XK, a mais antiga da marca britânica. No visual, o modelo trazia apenas duas diferenças em relação ao XK8: o discreto aerofólio traseiro e as duas entradas de ar no capô (que ajudam na refrigeração do motor). O motor V8, aspirado no XK8, ganhou um turbo-compressor nesta versão apimentada.
2000
● Lançamento do um novo site que permitia aos clientes consultar a linha completa de veículos e selecionar a sua especificação on-line. Com acesso a todas as cores e opções disponíveis, o cliente tinha a possibilidade de criar um veículo virtual com as especificações que desejasse.
2002
● Lançamento do X-Type, projetado sobre a plataforma do Ford Mondeo, de quem herdou suspensão, freios, bloco do motor. Como se isso não bastasse, o modelo inaugurou a presença da JAGUAR em um segmento de mercado ocupado pelos BMW Série 3, Audi A4, Mercedes-Benz Classe C. JAGUAR de verdade tem tração traseira. Como no Mondeo a tração é dianteira, o sistema 4×4 foi a solução encontrada para esse impasse.
2003
● Lançamento do X-Type Estate, debutando no segmento de peruas de luxo, cujo acabamento interior segue à risca o padrão de qualidade da marca.
2004
● Lançamento de dois novos motores diesel que iriam equipar os primeiros veículos da marca neste segmento. Os dois novos motores eram um 2,0 litros de quatro cilindros, que seria disponibilizado como alternativa ao 2,0 litros a gasolina do X-TYPE e um V6 turbo-diesel de 2,7 litros, disponível na linha S-TYPE. Ambos os motores utilizavam a mais recente tecnologia common-rail diesel e tinham sido especialmente desenvolvidos para satisfazer as necessidades dos clientes de veículos de luxo, proporcionando níveis reduzidos de ruído.
● Apresentação do Concept Eight. Lançado oitenta e dois anos após o jovem William Lyons ter aberto a sua primeira empresa, o Concept Eight é um exemplo perfeito de como os seus padrões foram mantidos. Elegante, luxuoso, potente, com uma condução entusiasmante, só podia ser um JAGUAR.
2007
● Apresentação, no Salão do Automóvel de Frankfurt, do modelo XF, um sedan esportivo de quatro portas com motor 4.2 V8 Supercharged. O novo XF seria exportado da fábrica de Castle Bromwich para 66 mercados no mundo inteiro. No Brasil, o modelo chegou no primeiro semestre de 2008.
Tecnologias e luxos
Motor Diesel V6
O motor Diesel 2.7 V6, com um consumo médio de 4,78 litros aos 100 km, é tão eficiente que exige um radiador suplementar para fornecer ar suficientemente quente.
Vidros com Desembaçamento Automático
Os vidros, dianteiro e traseiro (e os espelhos das portas também), aquecidos são ligados automaticamente quando a temperatura ambiente exterior atinge um grau centígrado.
Navegação por Satélite
Sempre que o nível de combustível estiver baixo, a navegação por satélite indica automaticamente os postos de serviço mais próximos.
R-Perfomance
Nos modelos R-Performance, a transmissão automática de 6 velocidades é programada para não passar para uma velocidade mais alta no meio de uma curva, sempre que for detectada uma carga gravitacional lateral elevada.
Controle de Velocidade Adaptável (ACC)
O Controle de Velocidade Adaptável utiliza tecnologia de radar desenvolvida para a indústria aeronáutica.
JaguarVoice
Com o JaguarVoice, é possível regular a temperatura interna do veículo, definir um destino no GPS, controlar os aparelhos de TV, Rádio e CD, MD, e fazer uma chamada telefônica utilizando o sistema Bluetooth, tudo isto sem retirar as mãos do volante ou desviar os olhos da estrada.
Transmissão ZF
O cérebro eletrônico da transmissão ZF “aprende” a responder ao estilo de condução de cada motorista. No modo Sport, o acelerador e o comportamento nas curvas são monitorizados. Sempre que for detectado um estilo de condução mais agressivo ou uma estrada em más condições, é inibida a 6.ª marcha, tornando mais acessíveis as velocidades baixas, de modo a evitar oscilações. Em modo normal, a 6.ª marcha é reativada para maximizar a excelência e a economia. Após uma forte brecada, o sistema passa para uma velocidade mais baixa, de modo a permitir uma aceleração perfeita, se for necessário.
Suspensão do XJ
Em vez das tradicionais molas de aço em espiral, o XJ utiliza unidades avançadas de molas/amortecedores a ar automáticos, para conferir o equilíbrio ideal de deslocação e de condução, quaisquer que sejam as condições da estrada. Sensores de altura enviam informações para um módulo de controle eletrônico garantindo que a suspensão XJ esteja permanentemente equilibrada, independentemente do peso dos passageiros ou da bagagem.
Acabamentos XKR
Os acabamentos do modelo XKR, em Raiz de Nogueira de alta qualidade, são retirados, não do tronco, mas dos rebentos junto à base de nogueiras americanas com 75 anos de idade. Estes “nós”, com o seu padrão característico, são arrancados, aparados e enviados para Inglaterra, onde são cortados para produzir belos acabamentos. Os operários especializados da JAGUAR conseguem produzir acabamentos simétricos a partir dos mesmos nós, para os embutidos dos painéis frontais e para as portas. Isto obriga a retirar sucessivas lâminas de madeira, até obter um padrão perfeitamente simétrico. Os laminados são depois colocados com veios alternados sobre um suporte metálico e colados a quente. Depois de laqueados, passam por sucessivas etapas de polimento, até cada um dos conjuntos ser colocado e combinado com ocarro para que foi produzido.
As instalações
No ano 2000, a empresa inaugurou o novo estúdio de design avançado, em honra de Geoff Lawson, o diretor de design que morreu subitamente em junho de 1999. O objetivo do estúdio Lawson, situado no centro de engenharia de Whitley e sob a direção do Diretor de Design Ian Callum, é investigar e explorar novos conceitos de design e nichos de mercado que possam vir a ser realidades futuras da JAGUAR.
Além disso, a montadora possui o Centro de Produção Avançada em Birmingham (montagem de carroçarias e pintura, revestimentos interiores e montagem final de todos os modelos S-TYPE, XJ, XK e XF ) e a fábrica de Liverpool (estampagem, construção da carroçaria, pintura, revestimentos interiores e montagem final). Além disso, a montadora mantém, desde 1983, oMuseu Jaguar Daimler Heritage Trust, localizado na antiga fábrica de Browns Lane em Coventry, sede administrativa da empresa, responsável por preservar toda a história da marca.

O símbolo
O símbolo da marca é o Leaping Cat: Gato Daltador, opcional gratuito que 90% dos donos de JAGUAR adquirem. Trata-se de uma estatueta prateada de um jaguar (leopardo), que evoca o felino do Apocalipse. Na Grã-Bretanha sua aquisição é proibida por poder ferir alguém num acidente.

Os slogans
Born to perform.
Unleash a Jaguar.
Don’t dream it. Drive it!
Jaguar. The art of performance.
Grace…. space… pace.
Dados corporativos
● Origem: Inglaterra
● Fundação: 4 de setembro de 1922
● Fundador: William Lyons e William Walmsley
● Sede mundial: Coventry, Inglaterra
● Proprietário da marca: Tata Motors
● Capital aberto: Não (subsidiária)
● Chairman: Ratan Tata
● CEO & Presidente: David Smith
● Faturamento: Não divulgado
● Lucro: Não divulgado
● Concessionárias: + 780
● Vendas globais: 65.ooo unidades (2008)
● Presença global: 120 países
● Maiores mercados: Sim
● Funcionários: 5.000
● Segmento: Automobilístico
● Principais produtos: Automóveis de luxo
● Ícones: O Gato Saltador
● Slogan: Born to perform.
● Website: www.jaguar.com
A marca no mundo
A JAGUAR, que ao longo do tempo introduziu no mercado veículos que se tornaram lendários, possui cerca de 780 concessionárias e lojas ao redor do mundo, estando presente em mais de 66 países. Os valores da marca JAGUAR estão também presentes numa gama exclusiva de produtos denominados Coleção Jaguar. A linha constitui uma oportunidade única de acrescentar à vida dos consumidores um pouco do luxo da marca inglesa. A coleção inclui vestuário informal, acessórios de viagem e de moda, canetas e óculos de sol. Para os entusiastas, existem também modelos de carros em miniatura e brinquedos. Todos os artigos foram desenhados exclusivamente para a JAGUAR, indo buscar inspiração na história da montadora, mesclando-a com as mais recentes inovações tecnológicas.

Você sabia?
● Nas corridas da década de 50, aqui no Brasil, sempre havia JAGUAR XK 120 competindo, principalmente em Interlagos e nos circuitos de ruas do Rio de Janeiro.
● A Jaguar entrou na Fórmula 1 em 2000, depois que a Ford assumiu a equipe Stewart, fundada pelo tricampeão mundial Jackie Stewart em 1997. A montadora deixou a categoria em 2004.

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