Mercedes AMG Panamericana SLS por Gullwing América


Notícias
19/11/2009 17:42:00

 

 

 

A Gullwing América apresentou sua versão AMG Panamericana SLS, voltada para o visual retro do 300SL Gullwing, com novo pacote aerodinâmico em fibra de carbono. O kit traz sete peças que podem ser escolhidas entre fibra de carbono ou alumínio e fibra, além de reforços no capô e para-lamas e nova grade com moldura cromada.

 

As mudanças também estão nos novos faróis ovais Xenon, escapamento esportivo e rodas de 19 e 20″. O interior ganhou detalhes em alumínio escovado nas soleiras das portas e no console, além do logotipo Panamericana.  

 

Quanto a pintura, há opção de listras de corridas no para-lama dianteiro, mas pode também ser personalizada de acordo com o pedido do cliente.
Infelizmente os valores do kit ainda não foram divulgados.

 

Canibalizar modelos tornou-se fenômeno inevitável para ampliar mercado

22/11/o9.

Um carro é lançado, obviamente, com a intenção de vender bem, fazer o fabricante lucrar e ampliar a participação da marca no mercado. Mas, para isso ocorrer, muitas vezes é preciso sacrificar um outro modelo dentro da linha. É a chamada canibalização, fenômeno que ocorre quando um lançamento acaba por roubar vendas de um outro carro da mesma marca. Ocorreu recentemente com o compacto Honda City, que já vende 3.200 unidades mensais. E acabou beliscando emplacamentos de outro sedã da marca japonesa: o médio Civic, que vendia 5.400 unidades/mês e passou a vender 3.700. Por isso, perdeu a liderança dos médios para o eterno rival Toyota Corolla, que em outubro emplacou 5.508 unidades. Mas, somados, os dois sedãs da Honda acumularam em outubro 6.551 unidades vendidas.

  • Murilo Góes/UOL
  • DivulgaçãoHatch Chevrolet Agile (primeira foto, acima) e sedã Honda City: mesmo roubando vendas de modelos “irmãos” ajudam a reforçar participação da marca

Essa matemática ajuda a explicar porque a canibalização não chega a ser vista com maus olhos. Até pelo pensamento capitalista que rege a indústria automotiva: é melhor perder dentro do próprio “quintal” do que para o concorrente. Ou seja, a canibalização pode se fazer necessária para manter o objetivo de ampliar as vendas e o mercado. A General Motors tem três sedãs compactos, por exemplo. E acaba de lançar o Chevrolet Agile, mesmo com outros dois hatches compactos em linha: Celta e Corsa.

“A gente sabe que a canibalização vai acontecer, mas não tem como calcular. O que tem de buscar é um posicionamento bem definido para o carro”, receita Dawson Zanetelli, gerente de marketing da GM. “Novos modelos quase sempre canibalizam, mas o lançamento faz sentido se isso representar um ganho para a empresa”, faz coro Carlos Eugênio Dutra, diretor de planejamento e estratégia do produto da Fiat.

O posicionamento do produto é uma das formas para minimizar a canibalização. E também para ampliar ao máximo a presença em um segmento. Tanto que, seguindo o exemplo da GM, várias marcas ampliaram o número de produtos entre os compactos. Volkswagen, Fiat e Renault têm, pelo menos, dois exemplares no mercado de compactos, que concentra quase 80% das vendas totais no Brasil. “O foco é o segmento como um todo e não se trata de perder ou ganhar para dentro ou fora de casa. O problema é dar ao cliente todas as opções que ele quer ou sonha em ter”, ressalta o consultor Paulo Roberto Garbossa, da ADK Automotive.

De qualquer forma, a canibalização pode ser controlada para manter o cliente ao máximo ligado à marca. E de diferentes formas. Entre os médios, é possível manter o modelo com desenhos e motores diferentes. Um exemplo é o Ford Focus, que mantém o desenho da geração anterior (que, todavia, já tem o fim anunciado) apenas com motor 1.6, enquanto a nova geração usa apenas motor 2.0. “É uma forma de prevenir a perda de mercado para os rivais diretos com a chegada do novo produto. A marca protege a fuga de clientes do modelo anterior que não teriam condições de comprar o novo inicialmente”, analisa Luiz Carlos Mello, atual consultor do CEA (Centro de Estudos Automotivos) e ex-presidente da extinta AutoLatina, holding que unia Volks e Ford no Brasil e na Argentina na década de 90.

ACELERADAS

– A Renault dividiu bem sua linha de compactos. Com a chegada do Sandero, a marca acabou com as versões 1.6 do Clio e manteve apenas uma configuração básica de entrada do veterano hatch, chamada de Campus. Já com o surgimento do Logan, a marca optou por encerrar a versão 1.0 do Clio sedã, modelo que recentemente deu lugar ao Symbol.
– A GM colocou uma versão do Prisma com motor 1.0 para começar a posicionar sua linha de sedãs para a chegada da versão três-volumes do Agile, prevista para o ano que vem.
– A Fiat deve começar a fabricar o Bravo no ano que vem mas não vai aposentar, pelo menos a curto prazo, o Stilo. Ou seja, vai atuar com dois hatches médios, como já fazem a Ford, com o novo Focus e o Focus antigo, e a GM, com o Vectra GT e o Astra.
– Após o lançamento do novo Gol, a Volkswagen manteve a antiga geração do Gol em linha, chamada G4, para continuar presente no segmento de compactos abaixo de R$ 27 mil e brigar com Fiat Uno e Ford Ka.

Por esta razão, o posicionamento do produto é definido com muita cautela pelos executivos da montadora. Itens de série, níveis de acabamento e preço (este principalmente entre os compactos) são as ferramentas utilizadas para alocar o novo carro no mercado. “Os estudos englobam tanto os produtos da montadora quanto a concorrência, pois uma alteração de preços da concorrência pode mudar o posicionamento de toda uma linha”, alerta Garbossa, da ADK. “Quando assume essa perda, a marca assume estaticamente uma forma concreta que vai ganhar mercado. Quando se faz desenvolvimento e posicionamento do produto, isso já é definido”, explica Mello, do CEA.

BRIGAS MÚLTIPLAS
Nos compactos, o tal posicionamento do produto se dá de forma mais fácil. Como se trata de um segmento mais sensível ao preço, trabalhar a relação custo/benefício é a fórmula encontrada pelos departamentos de marketing para colocar o novo produto no mercado. A General Motors, por exemplo, lançou duas novas versões intermediárias da Chevrolet Montana com motor 1.4 e aumentou o preço da versão 1.8 da picape, incorporando ABS e airbag de série. “Preço é um fator forte e mesmo R$ 500 a mais ou a menos podem fazer a diferença. Fica um pouco mais fácil para posicionar”, reconhece Zanetelli, da GM.

Além disso, o mercado mais amplo e com maior volume, como o dos compactos, permite uma maior flexibilização. Entre os compactos, várias marcas atuam com diferentes modelos. E até nos médios, algumas montadoras já se arriscam a ter mais de um exemplar, caso da própria GM, com Chevrolet Vectra GT e Astra. “Se o volume é grande, a tese é que todos cabem dentro desse volume. Na parte de cima do mercado, a elasticidade não é tão grande e as consequências da canibalização são mais arriscadas”, pondera Luiz Carlos Mello, do CEA.

Melhores Marcas De Carros Importados

Chrysler
A Chrysler Corporation é uma fabricante americana de automóveis independente de 1925 a 1998. O primeiro automóvel da marca norte-americana Chrysler, fundada por Walter Percy Chrysler, foi apresentado a 5 de Janeiro de 1924, com a designação de Six.
Mitsubish
No século XIX, o jovem Yatora Iwasaki trocou a sua aldeia natal pela cidade de Osaka, onde se tornou um perspicaz negociante de arroz. Mudança de rumo. Fundou uma companhia de navegação com 3 velhos barcos a vapor, que estiveram na origem do logo Mitsubishi. Os 3 barcos passaram rapidamente a 30, tornando-se a maior companhia marítima do Japão. Ao longo dos anos a Mitsubishi ampliou suas atividades, atuando também na construção naval, na exploração mineira e na indústria. Atualmente, é uma co…
Nissan
A Nissan tem origem no Japão e hoje é sinônimo de qualidade e confiança para consumidores no mundo inteiro. Com presença em mais de 190 países e mais de 3,7 milhões de unidades vendidas globalmente no ano calendário de 2008, a Nissan é uma das maiores montadoras do mundo. Fundada em 1934, a Nissan ficou conhecida pela qualidade e tecnologia de suas pick-ups. Hoje, a empresa oferece uma linha completa de produtos, incluindo protótipos com tecnologias do futuro. Com a nova certificação…
Jaguar
Jaguar Cars Limited é um fabricante inglês de automóveis de luxo, de propriedade da empresa indiana Tata Motors, tem sua sede em Coventry. Foi fundada com o nome de SS Cars Ltd em 1922 e em 1945 mudou o nome para Jaguar. Antes de pertencer a Tata Motors [1], a empresa pertencia a empresa estadunidense Ford Motor Company. Por aliar desempenho e luxo em seus produtos, tem como concorrentes diretos a BMW, Mercedes-Benz, Porsche, Cadillac, e a Infiniti, ente outros.
Land Rover
Land Rover é uma subsidiária da Tata Motors. É também o nome pelo qual é normalmente conhecido o primeiro veículo todo-terreno para uso civil, construído pela Rover em 1948. Mais tarde, a divisão Land Rover ganhou autonomia e desde então tem vindo a desenhar e a construir uma vasta gama de veículos todo-terreno. A Land Rover tem vindo, durante a sua vida, a ser controlada por diversas empresas do ramo automóvel, nomeadamente a British Leyland, British Aerospace, BMW, Ford e, a partir de Março…
Subaru
SUBARU é a divisão automotiva da Fuji Heavy Industries Ltd. (FHI), uma empresa completa e versátil. A FHI desenvolve vários produtos inovadores, baseada numa tecnologia confiável de divisões como a Automobile Division, a Aerospace Division, a Bus Manufacturing & House Prefabricating Division, uma divisão de produtos industriais, e a Transportation & Ecology Systems Division. A FHI objetiva desenvolver marcas líderes e ser a maior orquestra no palco global no século XXI.
Audi
August Horch iniciou no final do século XIX o projecto para a construção de automóveis dando, assim, origem à fundação da Marca Horch, na Primavera de 1899, em Zwickau, perto da cidade de Chemnitz. A um ritmo quase alucinante para a época, a Horch produziu cinco modelos diferentes, até 1909. Nesse ano, Horch, devido a divergências com os directores, decidiu abandonar o projecto. Como Horch perdeu os direitos do nome da empresa então criada, teve que renomear a mesma mas com outra designaçã…
KIA
A Kia Motors Company é uma das grandes indústrias da Coreia do Sul e uma das maiores do mundo no setor automobilístico. A empresa sul-coreana Kia foi fundada em 1944 com o propósito de construir rodas para bicicletas. A fábrica ficou instalada em Seul.
Ferrari
Ferrari é um fabricante italiano de carros de corrida e de esportivos de alto desempenho fundado por Enzo Ferrari em 1929. No início, a Scuderia Ferrari patrocinou pilotos e carros de corrida fabricados; a empresa começou sua produção independente em 1946, mais tarde se tornando Ferrari S.p.A., e desde 1969, quando foi vendida, faz parte do grupo Fiat. A empresa está sediada em Maranello, próximo à Modena, Itália.
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Porsche
Dr. Ing. h.c. F. Porsche AG, geralmente abreviado para PORSCHE AG, ou somente PORSCHE, é uma das principais marcas de automóveis da Alemanha. Foi fundada em 1931 por Ferdinand Porsche, o engenheiro que criou o Volkswagen carocha (Volkswagen Fusca no Brasil). Localizada em Zuffenhausen, um distrito de Stuttgart, é conhecida pelos seus modelos desportivos, mas que mantêm características que possibilitam o seu uso diário, como a fiabilidade e durabilidade dos seus equipamentos.
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Volvo
A Volvo fornece produtos e serviços de transporte com foco em qualidade, segurança e respeito ao meio ambiente. Ao longo de mais de 80 anos, o Grupo desenvolveu uma posição e reputação sólidas em todo o mundo. A marca é compartilhada entre o Grupo Volvo e a Volvo Cars.

Ferrari na rua

carros

ASTON MARTIN V12 VANQUISH

O Mito inglês

A empresa britânica é sinônimo de tração, exclusividade e elegância. Se alguma vez uma marca de automóveis marcou sua existência puramente pelo entusiasmo e pela emoção, podemos dizer que esta marca foi Aston Martin.

LAMBORGHINI MURCIELAGO

Paixão pelo inatingível

Com o lançamento do Lamborghini Murciélago em 2001, a fábrica apresentou outro de seus modelos mais emblemáticos, o Diablo. O novo modelo era a junção perfeita do espírito italiano e o rigor alemão.

MERCEDES McLAREN SLR

Desenho e tecnologia de competição
Abusca por um meio-termo entre tradição e modernidade, lenda e tecnologia de ponta resultou em um carro muito especial: o Mercedes SLR Mclaren. Este carro tem a imagem tem a imagem esportiva de seu antecessor, mas com uma carroceria de Gran Turismo projetada pela renomada escuderia de Fórmula 1.

BUGATTI VEYRON

Um clássico com características excepcionais

Veyron é o nome eleito para o modelo ao qual a Volkswagen quer dar todo o seu prestígio. Seu cartão de visitas é uma potência fora do comum e uma velocidade vanguardista digna da Fórmula 1.

MASERATI COUPÉ

O esportivo com classe
O Maserati Coupé é um veículo luxuoso pensado para o uso cotidiano apesar de seus 390 cavalos e velocidade máxima de 285 km/h. Seu desenho tem as características do departamento da Italdesign, que dirige o famoso Giugiaro.

Qual dessas marcas você mais gosta?

Fiat linea

linea
O Linea é um sedã da Fiat apto ao padrão do segmento de médios no Brasil, conta com os novos propulsores 1.4 16V Turbo (TJet), importado da Itália, com potência de 152cv, e o 1.9 16v, com potência de 132cv. A versão 1.9 16v é dotada do sistema Flex de combustível (álcool/gasolina), para o mercado brasileiro.
No interior, nota-se esmero e bons materiais. O painel segue o estilo adotado no Punto e, para competir com Honda Civic, Chevrolet Vectra, Renault Mégane, Toyota Corolla e o Novo Ford Focus, manteve um acabamento caprichado, com opção de interior em couro ou microfibra. Entre os itens opcionais, airbags laterais e de cortina, sistema de viva-voz com bluetooth, GPS integrado ao quadro de instrumentos (Blue&Me NAV), entrada USB, entre outros. Porém não apresenta, nem como opcional os tetos solares Sky Window e Sky Dome.
Foi lançado, no Brasil, no dia 19 de Setembro de 2008, concretizando uma aposta da Fiat de conquistar espaço no mercado de carros médios, o qual foi perdido pela marca na década de 90, com o fim da produção do Fiat Tempra.
No Brasil e na Turquia, o modelo vem para substituir o já desgastado Fiat Marea, que teve produção iniciada no Brasil em 1998 como linha 1999, recebeu uma alteração na traseira (sedã) em 2001, linha 2002, e posteriormente em 2005, linha 2006. Admirado por muitos, criticado por outros, o Fiat Marea ainda arranca suspiros de seus fãs, sendo descontinuado no início de 2008. Nada se sabe ainda sobre uma substituta para a perua Marea Weekend, porém especula-se uma possível variante Linea Weekend, que dependerá do desempenho em vendas do sedã.
Versões no lançamento

Linea 1.9 16v – R$ 60.900,00
Linea 1.9 16v Dualogic – R$ 63.900,00
Linea 1.9 16v Absolut – R$ 68.640,00
Linea 1.4 16v Turbo T-Jet – R$ 78.900,00
Cores disponíveis no lançamento

Básicas:
Branco Banchisa
Preto Vulcano
Metálicas:
Azul Vitality
Bege Savannah
Cinza Cromo
Cinza Scandium
Cinza Tellurium
Prata Bari
Preto Vesúvio
Vermelho Magma (cor exclusiva)
Competições

Uma participação na Stock Car foi logo descartada pela fabricante. Rumores apontavam que haveria uma competição monomarca como uma Copa Linea. O fraco desempenho do modelo, associado com a crise automobilística mundial fez a Fiat postergar esse plano.
O Linea não participaria de nenhuma competição automobilística, mas a Fiat anunciou seu retorno ao Campeonato Argentino de TC2000 . Será um dos dez modelos das oito montadoras que participam da competição em 2009.
Fiat Linea

Construtor: Tofas (Turquia)
Fiat (Brasil)
Produção: 2007 em diante (Europa)
2008 em diante (América do Sul)
Antecessor: Fiat Marea
Classe: C (médio)
Motor: 1.4 16v (Gasolina)
1.9 16v (Flex)
Caixa de velocidades: Manual/Automatizada – 5 marchas
Distância entre os eixos (mm): 2.601 mm
Comprimento (mm): 4.560 mm
Largura (mm): 1.730 mm
Altura (mm): 1.500 mm
Modelos relacionados: Fiat Punto
Fiat Bravo
Modelos similares: Renault Mégane
Volkswagen Jetta
Ford Focus Sedan
Toyota Corolla
Honda Civic
Nissan Sentra
Designer: Fiat Style Centre
linea

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